Um desporto mais justo e sem discriminações, onde recursos e oportunidades sejam distribuídos de forma equitativa.
Apesar da visibilidade de algumas atletas de alta competição o facto é que os mais recentes dados oficiais fazem de Portugal o país da União Europeia com a taxa de participação feminina mais baixa e com maior desigualdade entre homens e mulheres.
A Associação é um lugar de troca de informações, de experiências e de soluções, mas é também um veículo de denúncia das práticas de discriminação sexista no desporto da qual muitas raparigas e mulheres são alvo.
A discriminação sexista é um tratamento desigual e desfavorável em função do sexo. Existem muitos exemplos no desporto.

A DISCRIMINAÇÃO É ILEGAL – Devemos expor e denunciar as discriminações. NÃO TE CALES. AGITA!

A discriminação sexista é um tratamento desigual e desfavorável em função do sexo.
Sempre que as práticas, atitudes ou comportamentos afectam directamente as mulheres diz-se que são discriminações directas.
São discriminações indirectas as práticas, atitudes ou comportamentos que sendo aparentemente neutros, produzam resultados desiguais em homens e mulheres ou que prejudiquem de modo desproporcionado as mulheres.


Alguns exemplos no desporto:


> Sempre que as praticantes ou atletas recebem troféus ou prémios
diferentes e de menor valor que os rapazes ou os homens.

> Sempre que as equipas femininas não têm acesso às instalações
desportivas
, ou treinam sempre em horários tardios.

> Sempre que acção de mulheres treinadoras é desvalorizada de tal modo
que recebem por um trabalho de valor igual uma remuneração inferior.

> Sempre que as mulheres árbitras ou juízas são impedidas de progredir
nas suas carreiras.

> Sempre que um clube acaba com uma secção feminina evocando falta de dinheiro.

> Sempre que uma federação de modalidade extingue a representação
nacional feminina porque não atingiu os objectivos.

> Sempre que menores recursos humanos ou financeiros são aplicados no desporto feminino.

> Sempre que clubes ou federações não incluem mulheres nas suas
direcções
.

> Sempre que os subsídios financeiros atribuídos pelos governos e
autarquias favoreçam apenas o sector masculino.

 


 
 
 
 
 
 
 
 
 

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